Obviamente que existem explicações científicas escritas e
estudadas por pessoas qualificadas sobre as várias fases da vida humana. Cada
uma tem o seu mérito.
Todavia, considero que, dependendo da nossa própria
experiência e forma de encarar os acontecimentos, assim deve ser feita a
divisão e interpretação das diversas fases.
As nossas vivências são únicas para cada um, pois só nós
próprios percebemos a importância de cada uma, a intensidade com que marcaram a
nossa vida e por mais que tentemos explicar aos outros a importância que
determinado momento teve…não é possível transmitir sensações.
Assim, na minha perspectiva podemos dividir a vida nas
seguintes fases:
A fase contemplativa, em que em o nosso cérebro está
programado apenas para apreciar o que se passa ao nosso redor;
A fase de deslumbramento, em que ficamos estupefactos com
tudo o que experienciamos, adoramos todas as experiências, vivemos cada momento
com intensidade, sempre a desejar que não acabe;
A fase da ignorância, em que passamos dos pensamentos de
adolescente para adulto e recusamo-nos a admitir que crescemos;
A fase da experiência, em que conseguimos aprender alguma
coisa com as vivências da idade adulta, em que amadurecemos, em que de facto
crescemos como seres humanos e conseguimos retirar lições de vida em cada momento importante.
A fase da recordação em que passamos o tempo a relembrar as
boas experiências da nossa adolescência e do início da idade adulta e em que desejamos
muitas vezes regressar no tempo para poder revivê-las de novo.
Em cada fase, as experiências são intensas, sejam positivas
ou negativas, quer nos façam rir ou chorar, nos tragam alegria ou angústia,
porque qualquer que seja o sentimento que nos provoque, quer ao vivê-las quer
ao recordá-las, fazem parte do nosso crescimento e amadurecimento, ajudam-nos a
aproveitar melhor os momentos presentes e futuros e encará-los com naturalidade.
Sem comentários:
Enviar um comentário