terça-feira, 26 de março de 2013

É a vida...


Obviamente que existem explicações científicas escritas e estudadas por pessoas qualificadas sobre as várias fases da vida humana. Cada uma tem o seu mérito.

Todavia, considero que, dependendo da nossa própria experiência e forma de encarar os acontecimentos, assim deve ser feita a divisão e interpretação das diversas fases.

As nossas vivências são únicas para cada um, pois só nós próprios percebemos a importância de cada uma, a intensidade com que marcaram a nossa vida e por mais que tentemos explicar aos outros a importância que determinado momento teve…não é possível transmitir sensações.

Assim, na minha perspectiva podemos dividir a vida nas seguintes fases:

A fase contemplativa, em que em o nosso cérebro está programado apenas para apreciar o que se passa ao nosso redor;

A fase de deslumbramento, em que ficamos estupefactos com tudo o que experienciamos, adoramos todas as experiências, vivemos cada momento com intensidade, sempre a desejar que não acabe;

A fase da ignorância, em que passamos dos pensamentos de adolescente para adulto e recusamo-nos a admitir que crescemos;

A fase da experiência, em que conseguimos aprender alguma coisa com as vivências da idade adulta, em que amadurecemos, em que de facto crescemos como seres humanos e conseguimos retirar lições de vida em cada momento importante.

A fase da recordação em que passamos o tempo a relembrar as boas experiências da nossa adolescência e do início da idade adulta e em que desejamos muitas vezes regressar no tempo para poder revivê-las de novo.

Em cada fase, as experiências são intensas, sejam positivas ou negativas, quer nos façam rir ou chorar, nos tragam alegria ou angústia, porque qualquer que seja o sentimento que nos provoque, quer ao vivê-las quer ao recordá-las, fazem parte do nosso crescimento e amadurecimento, ajudam-nos a aproveitar melhor os momentos presentes e futuros e encará-los com naturalidade.

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